seria legal se o mundo fosse cor de rosa, mas infelismente não é, então temos que trabalhar em favor da nossa felicidade, mas muitas pessoas não entendem o que é felicidade, acham que felicidade é ir pra festas, beber, e tudo mais, só que felicidade é estar ao lado das pessoas que vc gosta e que vc sabe que pode contar com elas que elas vao te ajudar, e sempre sempre junto com a sua família. Então batalhe com todas as suas forças, porque "nao há vitória sem uma batalha".
(Source: jesusaboveall)
13/4/12 | 11:57pm
| 514 notes 
(Source: melhortesouro)
13/4/12 | 11:57pm
| 5,420 notes 
(Source: pahprincess)
1/4/12 | 4:55pm
| 844 notes 
Se ele ficou todo molhado?
Se eu fiquei rindo da cara dele?
Se depois ele se vingou de mim?
(Source: amandacalabretti)
26/3/12 | 5:05pm
| 11,646 notes 
(Source: percyness)
20/3/12 | 7:54pm
| 505 notes 
(Source: magiadohumor)
19/3/12 | 11:39pm
| 3,149 notes 
(Source: TBMUSICA)
19/3/12 | 11:24pm
| 52,171 notes 
(Source: gabrielcezar)
16/3/12 | 3:53pm
| 17,119 notes 
![Ele era aquele tipo de garoto do qual todas meninas desejavam nunca se apaixonar. Egoísta, bruto, egocêntrico e irracional. Mas, infelizmente, ele era desejável. E não tinha como nós, garotas ignorarmos. Ele era moreno e alto. Os contornos de seu corpo eram simplesmente perfeitos. Braços fortes e compridos. Costas e peitoril largos. Um abdômen definido. E tudo isso graças aos treinos de futebol todos as segundas, quartas e sextas. O melhor jogador do time e da cidade. Seu rosto tinha traços totalmente proporcionais. Pele lisa. Uma boca provocativa. Um nariz fino e bem alinhado. Olhos de um verde exuberante, que chegavam a brilhar. Um sorriso atraente e uma voz doce e calma. Cabelos lisos e negros, num corte que parecia ter sido feito pra ele. Provocava inveja aos outros meninos. Mas toda essa beleza se destruía ao o conhecermos sua “fama”. Ele era o pegador. Do tipo que nunca pensou em compromisso serio. Só queria sair por ai e se divertir. Utilizando as garotas como simples objetos, e contando a todos seus amigos o quanto aquela ou a outra tinham sido fácil de “pegar”. E, como já era de se esperar, era o popular da escola. E sim, mesmo sabendo de como ele tratava as garotas, elas ficavam atrás dele o tempo todo. Já eu não estava nem ai pra ele. Via-o de longe muitas vezes, pela simples infelicidade de estudar na mesma escola. E, como já era de se esperar, ele nem sabia da minha existência. Até porque eu nunca fui o tipo de garota que estava no padrão de beleza dele. Eu era apenas a menina nerd que usava jeans surrado, um all- star velho e camisetas de bandas ou o uniforme. Que mantinha o cabelo grande, ondulado e castanho, sempre preso num rabo de cavalo. Que não ligava pra maquiagem e muito menos pra estilo. Eu era simplesmente muito focada no que queria. E eu queria estudar. Estudar muito e conseguir passar numa boca faculdade federal de medicina. Eu era o tipo de menina que sempre dera orgulho a seus pais. Tudo isso mudou. Como? Bom é uma longa historia. […] Era uma segunda-feira, eu tinha acordado atrasada e cheguei na escola correndo, o sinal já tinha tocado e eu me desesperei e corri ainda mais rápido, fui virar num corredor e na presa num vi que tinha alguém. Bati de frente com ele, ambos caíram e meu material se espalhou pelo chão. Quando vi quem era ele, esperei que fosse me xingar ou algo pior. Mas não foi bem assim. Ele riu, levantou e estendeu a mão pra que eu me levantasse. Quando nossas mãos se encontraram um choque percorreu a minha espinha. Não um choque comum, era um choque que fez todos os meus pêlos se eriçarem. Foi uma sensação boa. Ele me ajudou a pegar minhas coisas. “Desculpa” eu murmurei, “Acha não foi nada. Só corra menos garota”, ele riu e eu observei a covinha que se formava em sua bochecha. E então automaticamente também sorri. Ele entregou minhas coisas e antes que eu pudesse dizer obrigada ele, inesperadamente, pegou uma mecha de meu cabelo que havia se desprendido e a colocou atrás da minha orelha. Eu fiquei sem reação. “Acho que perdemos o primeiro horário.” Ele falou quebrando aquela clima. “Ah, verdade. Primeira vez que isso acontece comigo.”, respondi. “Não tem problema, uma vez não mata ninguém. Vem comigo eu sei onde podemos ficar até o segundo horário”. Antes que eu respondesse ele pegou na minha mão e me levou até o jardim dos fundos. Eu nunca tinha ido lá. Era lindo. Mas o que eu não acreditava era que eu estava com aquele garoto, tão diferente de mim. Ficamos conversando o tempo todo. A conversa fluiu mais do que eu imaginava. Ele não era tão ruim como eu imaginava. Depois de uns vinte minutos já conhecíamos quase tudo um do outro e ele já até estava me chamando de nerd, o que era comum. Mas tudo que é bom dura pouco. O segundo horário estava pra começar e eu sabia que aquela seria a ultima vez que ele falaria comigo, e não sei porque eu senti meu peito doer. Antes de no separarmos ele veio até mim e me deu uma leve beijo na testa, depois virou as costas e se foi. Eu marquei aquele dia na minha mente e até hoje lembro de todos os detalhes. As semanas seguintes não foram nada normais. Eu, sem perceber, estava pensando cada vez mais nele. Eu não queria que aquilo acontecesse. Eu tentei me focar nos estudos, mas sempre, mesmo que eu não quisesse, ele estava lá na minha mente. Eu tive que aceitar que começava a me apaixonar por alguém que jamais iria se importar com isso. Comecei a desviar os caminhos só pra não passar nos lugares que ele freqüentava. Aliás o que eu estava querendo? Que um garoto popular, que estava a um ano na minha frente, e que tinha todas as garotas ia querer estar junto comigo, uma desconhecida? Eu achava que não. Mas depois soube que estava errada. Descobri que ele havia procurado e perguntado por mim. E, mais tarde ainda, soube que, depois daquele dia, ele havia pensado em mim assim como eu pensava nele. Tudo era bom demais pra ser verdade. Eu comecei a mudar. Eu, cada vez mais, desejava poder reviver cada segundo daquele dia, e quem sabe viver novos momentos. Eu queria chamar ele de meu e poder ser dele. Todos os dias se tornaram uma tortura. Eu chorava de saudades de momentos que nunca tive. Perdi todo o meu foco. Minhas notas caíram. E eu estava ficando cada vez mais distante de tudo. E ele? Eu ficava observando ele de longe. Achando que ele nem se lembrava de mim. E de tanto notar vi que ele estava cada dia mais pra baixo. Começou a ficar quieto, e muitas vezes vi ele se sentar sozinho e olhar em volta como a procurar algo. Sim, ele havia mudado. Descobri que ele não ia mais em festas. Que há um bom tempo não ficava com nenhuma garota. E soube até que suas notas haviam melhorado. E, por ironia do destino ou não, numa segunda-feira, no primeiro horário, eu sem vontade nenhuma de ir para a sala, fui até o jardim, sentei no banco em baixo de uma antiga arvore, a mesma que tinha feito sombra para nós naquele dia. E lá eu chorei, não consegui me conter nem um segundo. Lágrimas e mais lágrimas. Cheguei a soluçar de tanto que chorei. E então ouvi uma voz falar “Porque está chorando pequena?”. Eu conhecia aquela voz, eu deveria era esquecê-la. Me virei e o vi. Lindo como sempre. “Eu.. bem…” Eu não sabia como dizer que eu estava chorando por amar demais ele. Sem dizer nada, ele veio até mim, sentou-se ao meu lado e me abraçou. Minha cabeça estava encostada em seu peito e ali mesmo eu derramei milhares de lágrimas. “Você desapareceu pequena. Eu procurei por ti. Você estava fugindo de mim.” Não havia sido uma pergunta. “Desculpa, mas eu não podia me dar ao luxo de te olhar todos os dias, eu tinha que te esquecer..” Eu consegui dizer. Meu choro havia cessado e ele me fez olhar em seus olhos. “Me esquecer? Porque? Eu sou uma lembrança tão ruim assim?” “Não, e esse é o problema. Depois daquele dia…” Eu nem terminei ele começou a dizer: “Bom depois daquele dia eu pensei em você todos os dias. E eu achei que o melhor era me afastar porque você merecia alguém melhor que eu. Você era e ainda é, demais pra mim. Eu não queria ficar e atrapalhar sua vida. Mas eu não consegui pequena. Eu precisava te ver. Perguntei a todos sobre você. Me disseram que você não era a mesma. Disseram-me que você tinha decaído. Eu me preocupei cada segundo contigo. Tudo o que queria era estar ao seu lado. Eu, depois que te conheci, mudei. Mudei por você. E nem sei explicar porque isso aconteceu. Mas eu me apaixonei por ti. Eu só queria que soubesse que todo esse tempo eu sofri por não te ter, por te amar e não poder te chamar de minha. Ah minha linda, se você soubesse o quanto eu quero estar contigo. Te proteger, te abraçar, te beijar… Eu lhe amo.” Eu ouvi cada palavra, sem acreditar naquilo tudo. Ele ia indo embora. Me soltou, e fora dos seus braços eu me senti insegura. “Eu estou indo pequena. A ultima coisa que quero é te machucar. Você merece alguém melhor.” Eu reagi de imediato, não podia deixá-lo ir, não depois de tudo o que eu tinha ouvido. “Se você for me leve junto. Eu não quero ficar longe de você. Eu esperei tempo demais pra ouvir tudo isso que acabei de ouvir. Eu não vou deixar você ir embora da minha vida. Eu preciso de você a cada segundo do meu dia. E eu só não disse nada disso antes por achar que eu não era boa o suficiente pra ti. Eu lhe amo anjo.” E mais do que rápido nossos corpos se juntaram novamente e nossos lábios, pela primeira vez se encontram. Foi ai que tudo mudou. O popular e a nerd. Comprovando que os opostos se atraem. Comprovando que o amor vai muito além de tudo que imaginamos.](http://25.media.tumblr.com/tumblr_ly1pqxCUAq1r57m04o1_400.jpg)
Ele era aquele tipo de garoto do qual todas meninas desejavam nunca se apaixonar. Egoísta, bruto, egocêntrico e irracional. Mas, infelizmente, ele era desejável. E não tinha como nós, garotas ignorarmos. Ele era moreno e alto. Os contornos de seu corpo eram simplesmente perfeitos. Braços fortes e compridos. Costas e peitoril largos. Um abdômen definido. E tudo isso graças aos treinos de futebol todos as segundas, quartas e sextas. O melhor jogador do time e da cidade. Seu rosto tinha traços totalmente proporcionais. Pele lisa. Uma boca provocativa. Um nariz fino e bem alinhado. Olhos de um verde exuberante, que chegavam a brilhar. Um sorriso atraente e uma voz doce e calma. Cabelos lisos e negros, num corte que parecia ter sido feito pra ele. Provocava inveja aos outros meninos. Mas toda essa beleza se destruía ao o conhecermos sua “fama”. Ele era o pegador. Do tipo que nunca pensou em compromisso serio. Só queria sair por ai e se divertir. Utilizando as garotas como simples objetos, e contando a todos seus amigos o quanto aquela ou a outra tinham sido fácil de “pegar”. E, como já era de se esperar, era o popular da escola. E sim, mesmo sabendo de como ele tratava as garotas, elas ficavam atrás dele o tempo todo. Já eu não estava nem ai pra ele. Via-o de longe muitas vezes, pela simples infelicidade de estudar na mesma escola. E, como já era de se esperar, ele nem sabia da minha existência. Até porque eu nunca fui o tipo de garota que estava no padrão de beleza dele. Eu era apenas a menina nerd que usava jeans surrado, um all- star velho e camisetas de bandas ou o uniforme. Que mantinha o cabelo grande, ondulado e castanho, sempre preso num rabo de cavalo. Que não ligava pra maquiagem e muito menos pra estilo. Eu era simplesmente muito focada no que queria. E eu queria estudar. Estudar muito e conseguir passar numa boca faculdade federal de medicina. Eu era o tipo de menina que sempre dera orgulho a seus pais. Tudo isso mudou. Como? Bom é uma longa historia. […] Era uma segunda-feira, eu tinha acordado atrasada e cheguei na escola correndo, o sinal já tinha tocado e eu me desesperei e corri ainda mais rápido, fui virar num corredor e na presa num vi que tinha alguém. Bati de frente com ele, ambos caíram e meu material se espalhou pelo chão. Quando vi quem era ele, esperei que fosse me xingar ou algo pior. Mas não foi bem assim. Ele riu, levantou e estendeu a mão pra que eu me levantasse. Quando nossas mãos se encontraram um choque percorreu a minha espinha. Não um choque comum, era um choque que fez todos os meus pêlos se eriçarem. Foi uma sensação boa. Ele me ajudou a pegar minhas coisas. “Desculpa” eu murmurei, “Acha não foi nada. Só corra menos garota”, ele riu e eu observei a covinha que se formava em sua bochecha. E então automaticamente também sorri. Ele entregou minhas coisas e antes que eu pudesse dizer obrigada ele, inesperadamente, pegou uma mecha de meu cabelo que havia se desprendido e a colocou atrás da minha orelha. Eu fiquei sem reação. “Acho que perdemos o primeiro horário.” Ele falou quebrando aquela clima. “Ah, verdade. Primeira vez que isso acontece comigo.”, respondi. “Não tem problema, uma vez não mata ninguém. Vem comigo eu sei onde podemos ficar até o segundo horário”. Antes que eu respondesse ele pegou na minha mão e me levou até o jardim dos fundos. Eu nunca tinha ido lá. Era lindo. Mas o que eu não acreditava era que eu estava com aquele garoto, tão diferente de mim. Ficamos conversando o tempo todo. A conversa fluiu mais do que eu imaginava. Ele não era tão ruim como eu imaginava. Depois de uns vinte minutos já conhecíamos quase tudo um do outro e ele já até estava me chamando de nerd, o que era comum. Mas tudo que é bom dura pouco. O segundo horário estava pra começar e eu sabia que aquela seria a ultima vez que ele falaria comigo, e não sei porque eu senti meu peito doer. Antes de no separarmos ele veio até mim e me deu uma leve beijo na testa, depois virou as costas e se foi. Eu marquei aquele dia na minha mente e até hoje lembro de todos os detalhes. As semanas seguintes não foram nada normais. Eu, sem perceber, estava pensando cada vez mais nele. Eu não queria que aquilo acontecesse. Eu tentei me focar nos estudos, mas sempre, mesmo que eu não quisesse, ele estava lá na minha mente. Eu tive que aceitar que começava a me apaixonar por alguém que jamais iria se importar com isso. Comecei a desviar os caminhos só pra não passar nos lugares que ele freqüentava. Aliás o que eu estava querendo? Que um garoto popular, que estava a um ano na minha frente, e que tinha todas as garotas ia querer estar junto comigo, uma desconhecida? Eu achava que não. Mas depois soube que estava errada. Descobri que ele havia procurado e perguntado por mim. E, mais tarde ainda, soube que, depois daquele dia, ele havia pensado em mim assim como eu pensava nele. Tudo era bom demais pra ser verdade. Eu comecei a mudar. Eu, cada vez mais, desejava poder reviver cada segundo daquele dia, e quem sabe viver novos momentos. Eu queria chamar ele de meu e poder ser dele. Todos os dias se tornaram uma tortura. Eu chorava de saudades de momentos que nunca tive. Perdi todo o meu foco. Minhas notas caíram. E eu estava ficando cada vez mais distante de tudo. E ele? Eu ficava observando ele de longe. Achando que ele nem se lembrava de mim. E de tanto notar vi que ele estava cada dia mais pra baixo. Começou a ficar quieto, e muitas vezes vi ele se sentar sozinho e olhar em volta como a procurar algo. Sim, ele havia mudado. Descobri que ele não ia mais em festas. Que há um bom tempo não ficava com nenhuma garota. E soube até que suas notas haviam melhorado. E, por ironia do destino ou não, numa segunda-feira, no primeiro horário, eu sem vontade nenhuma de ir para a sala, fui até o jardim, sentei no banco em baixo de uma antiga arvore, a mesma que tinha feito sombra para nós naquele dia. E lá eu chorei, não consegui me conter nem um segundo. Lágrimas e mais lágrimas. Cheguei a soluçar de tanto que chorei. E então ouvi uma voz falar “Porque está chorando pequena?”. Eu conhecia aquela voz, eu deveria era esquecê-la. Me virei e o vi. Lindo como sempre. “Eu.. bem…” Eu não sabia como dizer que eu estava chorando por amar demais ele. Sem dizer nada, ele veio até mim, sentou-se ao meu lado e me abraçou. Minha cabeça estava encostada em seu peito e ali mesmo eu derramei milhares de lágrimas. “Você desapareceu pequena. Eu procurei por ti. Você estava fugindo de mim.” Não havia sido uma pergunta. “Desculpa, mas eu não podia me dar ao luxo de te olhar todos os dias, eu tinha que te esquecer..” Eu consegui dizer. Meu choro havia cessado e ele me fez olhar em seus olhos. “Me esquecer? Porque? Eu sou uma lembrança tão ruim assim?” “Não, e esse é o problema. Depois daquele dia…” Eu nem terminei ele começou a dizer: “Bom depois daquele dia eu pensei em você todos os dias. E eu achei que o melhor era me afastar porque você merecia alguém melhor que eu. Você era e ainda é, demais pra mim. Eu não queria ficar e atrapalhar sua vida. Mas eu não consegui pequena. Eu precisava te ver. Perguntei a todos sobre você. Me disseram que você não era a mesma. Disseram-me que você tinha decaído. Eu me preocupei cada segundo contigo. Tudo o que queria era estar ao seu lado. Eu, depois que te conheci, mudei. Mudei por você. E nem sei explicar porque isso aconteceu. Mas eu me apaixonei por ti. Eu só queria que soubesse que todo esse tempo eu sofri por não te ter, por te amar e não poder te chamar de minha. Ah minha linda, se você soubesse o quanto eu quero estar contigo. Te proteger, te abraçar, te beijar… Eu lhe amo.” Eu ouvi cada palavra, sem acreditar naquilo tudo. Ele ia indo embora. Me soltou, e fora dos seus braços eu me senti insegura. “Eu estou indo pequena. A ultima coisa que quero é te machucar. Você merece alguém melhor.” Eu reagi de imediato, não podia deixá-lo ir, não depois de tudo o que eu tinha ouvido. “Se você for me leve junto. Eu não quero ficar longe de você. Eu esperei tempo demais pra ouvir tudo isso que acabei de ouvir. Eu não vou deixar você ir embora da minha vida. Eu preciso de você a cada segundo do meu dia. E eu só não disse nada disso antes por achar que eu não era boa o suficiente pra ti. Eu lhe amo anjo.” E mais do que rápido nossos corpos se juntaram novamente e nossos lábios, pela primeira vez se encontram. Foi ai que tudo mudou. O popular e a nerd. Comprovando que os opostos se atraem. Comprovando que o amor vai muito além de tudo que imaginamos.
(Source: d-esmoronar)
16/3/12 | 3:19pm
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(Source: yes-trueloveexists)